12 de ago. de 2015

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Autor desconhecido - Google imagens

Um pouco sobre nós:


Jaynara Vidal, a mãe da Manu:

Sou Jaynara, tenho 30 anos, a maternidade sempre foi algo muito presente em mim. Quando criança a "mãe" nas brincadeiras, com as primas mais novas (eu só brincava se fosse a mãe...kkk). Quando adolescente, a "mãezona" dos amigos, aquela que escutava, cuidava, aconselhava (e brigava também!). E quando adulta, em alguns momentos, me transformo na mãe da minha mãe, do meu pai e dos meus irmãos. Depois vieram os sobrinhos, e pude mais uma vez exercitar esse meu lado maternal (mas era diferente, quando chora, a gente entrega!)
Hoje, sou mãe da Manuela, nascida em 06/09/13. Ela foi muito planejada e muito desejada. Meus maiores medos, antes dela nascer, eram todos relacionados a possíveis problemas, tanto na gravidez, como ela nascer com algum problema de saúde (paranoica, sei.). Depois que nasceu, e vi que era perfeita e saudável, veio a realidade com seus inconvenientes: amamentação, cólicas, vacinas, doenças (gripes, resfriados e infecções), sono desregulado, oscilações hormonais, pitacos de todos os lados, vontade de mandar todo mundo "praquele" lugar! Mas também veio a certeza de que o amor havia sido eternizado em mim. Ser mãe é enfrentar todos os dias, um desafio diferente (as vezes sorrindo, as vezes esmurrando parede) e experimentar a cada momento, de um amor que só cresce.
Minhas expectativas como mãe é: ser mãe! Com minhas falhas, meus acertos, minhas descobertas, meu pé no chão, minha certeza de que não sou heroína. Sou mãe. E procuro ser e dar o meu melhor, respeitando os meus limites, sempre. E claro, tudo isso com muito bom humor, amor, frustrações, lágrimas de tristeza, lágrimas de alegria, orgulho, música, carinho, beijos, broncas, sono, fome, meditação(hahaha) e a certeza(ou seria a esperança) de que estou no caminho certo!


 Juliana Maia, a mãe da Sofia:

Meu nome é Juliana. Tenho 31 anos e há 2 anos e 9 meses sou mãe de uma princesa chamada Ana Sofia. Não vou mentir... Não me via mãe. Não me via grávida. Tinha um certo receio, ou seria bloqueio?  Sabe DEUS! Adorava tudo sobre maternidade,porém, não tinha esse instinto q tantas "pré-mamães" tem. Sou casada há 9 anos e filhos somente depois de trabalho , concurso público, por favor... exigente... kkkk. Depois queria mestrado, doutorado, quase um PhD . Mas... nossos planos não são os planos de DEUS. Sempre tomei anticoncepcional,  Diane 35, para ser mais específica . Eis q ele foi " falhando". Tomei muito tempo, achava que vinha a regra e que nada... Era tomando o remédio errado. No carnaval de 2012, comecei a me sentir esquisita. Sonhei com berços.  Sonhei amamentando. E minha menstruação atrasada. Liguei na farmácia, pedi 2 testes. Baita positivo! Não tive reação. Estava sozinha em casa, lembro que pensei: o que pensar? Na hora agradeci a deus pelo dom de gestar . E pensei... Como sou muito ansiosa, não iria suportar ser uma tentante, rsrs, se Deus me mandou esse filho agora, será muito bem vindo. Contei ao meu esposo, ficou bastante feliz. E no aniversário dele, fiz o beta para confirmar e deu um baita positivo ( se fosse combinado, não teria dado certo).
Dia 23 de fevereiro, me vi grávida!  Já fui calcular data provável do parto, e fiquei feliz, Pq iria nascer em outubro, mês de Santa Teresina das Rosas, a qual sou extremamente devota. Comecei a me acostumar. Em nenhum momento rejeitei. Só amava aquele ser morando em mim. 
Minha gestação foi tranquila. Segui firme trabalhando, comi muito, aproveitei , me senti linda, feia... Esses mistos... tive diabetes gestacional no 7 mês.... descobri, pronto, as noites em claro, perduraram até o dia do parto. Mas, graças a deus, tudo sob controle.
No dia 19 de outubro de 2012, eu entrei na maternidade uma Juliana e sai outra. Sai com o amor mais puro da minha vida... Sem exigir nada em troca. Só umas noites em claro, dificuldades para amamentação, mas isso era o mínimo, perante tanto amor. Senti todas as possíveis e imagináveis inseguranças. Medo... Essa palavra convivo até hoje. Depois que vc se torna mamãe, fica muito medrosa. E ao mesmo tempo mais forte, mais corajosa também. Não sei explicar como isso ocorre? Instinto, talvez? Hoje vivo rodeada de amor. E não consigo me imaginar sem ser mãe. Como vivi tanto tempo longe dela? Amor puro, sublime, real. Aquele amor que você dá a vida? Sim, existe! Ser mãe!


Natália Guedes, a mãe da Duda: 

Me chamo Natália Guedes, tenho 30 anos e sou a mãe da Maria Eduarda, na qual chamamos carinhosamente de Duda.  Eu sempre fui apaixonada por criança, comecei a cuidar  tinha 09 anos quando meu  primeiro sobrinho nasceu.
Casei em 2009, e com apenas 02 anos de casada a maternidade aflorou, era feliz mas sentia que me faltava alguma coisa. Uma bela noite enquanto estávamos nos arrumando para irmos ao culto, meu esposo ajoelha e beija minha barriga e diz; está na hora de providenciar o herdeirinho. Chorei de felicidade , não conseguia acreditar e a partir daquele momento tudo passou a ser planejado. Tomamos essa decisão em abril e em junho veio o tão desejado POSITIVO.
Era tanta felicidade que não sei explicar, Deus havia enviado nosso presente tão desejado e desde o começo eu sabia que seria ELA.
Tive uma gravidez super tranquila, mas os medos comuns de toda grávida me rondavam, tinha medo de na hora nascer um menininho, mesmo já tendo várias ultra-sons e ter certeza que era uma princesa, tinha medo de nascer com alguma deformidade, sim toda gravidinha tem esse medo, tinha medo de não dar conta da criança, da casa, da comida, do marido.
No dia 09/02/2012, as 09:35h nasceu minha Duda, um bebê enorme medindo 54cm e pesando 3,845kg. Duda era a cara do pai, quando eu ouvi seu chorinho eu fiquei tão feliz que não tive a reação que toda mamãe tem, chorar, não chorei eu só queria tê-la em meus braços, queria beijar, tocar, amamentar.
Ali nascia não só a Maria Eduarda, também nasceu uma mãe, uma nova Natália, me tornei mais madura, mas também me tornei mais medrosa, passei de gatinha a leoa.
O que eu tenho a dizer sobre ser mãe? Que é maravilhoso, é cansativo mas receber um eu te amo, um abraço da cria não tem preço. Maria nos trouxe uma felicidade plena, nossos dias são mais coloridos e tem um sentido a mais desde que ela nasceu. Hoje ela tem 03 anos e 06 meses e eu não sei como consegui conviver 26 anos da minha vida sem ela. Sou uma mãe babona e boba e vou adorar compartilhar dessa experiência aqui.


Mariana Braveza, a mãe da Bia:

Sou a Mariana, estou há menos de um mês dos 31 anos e a minha Beatriz há poucos dias de completar 3 anos, tempo que parece muito pouco perante a imensidão do tanto que ela preenche meus dias, meus pensamentos e meus sonhos.
Desde criança eu sou maternal, não no sentido de ter sido aquela menina que sentava pra brincar com os menorzinhos da família ou a amiga que fica com o bebê da amiga no braço pra dar uma treinadinha, eu realmente não fui esse tipo de pessoas antes de ter a minha própria bebê, mas certamente, o instinto materno sempre esteve presente na minha vida. Explico como:
Minha diversão mais constante de infância foi brincar de boneca e brinquei até uns 13, 14 anos, embora meus colegas de escola nem sonhassem com isso, hahaha, já que sempre fui muito grande e  já tinha um corpo mais pra adulto que a maioria, apesar de magra (acreditem, eu já fui magra!). Eu amava, mesmo que de brincadeira, me sentir responsável por alguém,  eu era tão louca mãe das minhas bonecas, que se elas, por exemplo, caíssem de cara no chão, eu sentia uma dor no peito, uma pena enorme, como se fossem crianças de verdade (mamãe não me dava meus remédios kkk).
Além disso, eu não podia ter a oportunidade de bancar a veterinária que eu bancava mesmo e até que fazia o serviço bem feito (nenhum morreu na minha mão, rá!), asa de passarinho, focinho de cachorro, ferida em gato, salvava minhocas soterradas, só soube depois que eu tava era atrapalhando a vidas das coitadas, (essas devem ter muito do que reclamar de mim) enfim, eu amava cuidar dos animais, podia ser de onde fossem, era automática a minha vontade de cuidar e isso permaneceu até a vida adulta, eu sempre fui tão metida a mãe, que sou gêmea e sempre foi como se eu fosse a mais velha, eu era a que protegia, a que tomava as dores, que acompanhava minha irmã nas coisas que ela achava que não saberia fazer (mas hoje em dia ela tá bem mais resolvida que eu, hahaha).
Depois de 4 anos com o pai da minha filha, espontaneamente e de forma sincronizada, sentimos que havia chegado a hora, não aquela hora dos meus planos: bem sucedida, motorizada, casa própria, 10 serviçais e um Jarbas (definitivamente, eu não estava nesse momento), mas a hora q meu coração pediu: eu quero uma menina!!! Na verdade eu sempre quis ser mãe de menina, era um sonho e já tinha o nome que tem hoje e o pai dela, já pai de dois meninos, queria muito também ter uma garotinha, que nós imaginamos por inúmeras vezes como seria e tivemos bastante tempo pra isso, já que foi um longo ano tentanto, tudo que falamos, Deus escutou e mandou fabricar direitinho: nossa moreninha sapeca, da coxa grossa, olhos do pai, sorriso da mãe, chegou em nossas vidas aos 8 meses de gestação, na manhã do dia 15 de Agosto de 2012, depois de um grande susto e muito medo (isso é assunto pra outro post), miudinha, porém cheia de saúde e muita, muita, muita vontade de ser feliz, a nossa Beatriz, honra nitidamente o significado do seu nome pois é de fato "aquela que traz alegria!".




















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